William Douglas

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William Douglas é Juiz Federal/RJ, professor universitário, autor. Considerado o maior especialista em concursos pela Revista Veja, Você S/A e Valor Econômico. Em 2012, figurou em 1º lugar nas principais listas de livros mais vendidos do país. Possui mais de 1.000.000 livros vendidos e falou para mais de 1.600.000 pessoas.

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Comentário · há 2 anos
Primeiro, agradeço a todos os que elogiaram a mim e/ou ao artigo. Obrigado, mesmo.
Fico muito feliz por ver que a maioria conseguiu entender que estou defendendo um princípio, o da igualdade de tratamento. Não quis nem quero entrar em discussões partidárias, mas apenas – e através de vários exemplos – mostrar que o “dois pesos, duas medidas” está tendo mais espaço do que merece. A expressiva maioria de pessoas que, concordando ou discordando, entenderam o ponto e se manifestaram de forma educada e gentil renova minha fé em que vamos melhorar.

A vocês todos, disponibilizo também minhas palestras e artigos no meu site (www.williamdouglas.com.br)

A todos, convido para que conheçam minha página no FB, “Eu quero um Brasil Diferente” (https://www.facebook.com/queroumbrasildiferente) , onde falo mais sobre questões políticas.

Lamento pelos que foram mal educados ou que falaram sem ter lido o texto com atenção. E, em relação a alguns comentários, encaminho resposta. Lamento não ter mais tempo para escrever mais, mas fiquei muito feliz com a repercussão da discussão. O pessoal aqui do JusBrasil está mostrando um nível de compreensão e de debate bem melhor que a média.

- MRegina Oliveira, a ideia do texto é que independentemente de sermos eleitores, simpatizantes ou inimigos de A ou B, que usemos os mesmos pesos e medidas para todos. Quanto ao decoro parlamentar, entendo q ao chamar o Bolsonaro de estuprador já perdemos o decoro. O Bolsonaro reagiu. Não podemos ter reação só para quem reage e não ter para quem começa as ofensas. Mesmo critério para todos, é o que o artigo defende. Não fiz “salada mista”, mas a análise de vários assuntos onde o mesmo fenômeno se apresenta.

- Marcus Mendes, sim, ele teria se saído melhor se dissesse que não o faria pq nenhuma mulher merece ser estuprada.

- Euclides Gomes Branquinho Filho, sim, como disse acima, ele teria se saído melhor se escolhesse as palavras certas: "nenhuma mulher merece ser estuprada."

- William Almeida da Silva, sempre corremos riscos ao dizer o que pensamos... faz parte!

- Valdir Nei, eu não entrei na questão PT x PSDB, nem quero entrar.

- Jadson Viana, eu não defendi golpe militar, nem ditadura. Não sei de onde vc tirou essa ideia. Claro q conheço Mandela. Sinceramente, parece q vc não leu meu artigo ou o leu de forma equivocada, lendo mais seus temores do que minhas palavras. Obg por me considerar um homem de boa fé, eu o sou, mas não acho q me falte conhecimento nesse sentido q vc pontuou. Eu, repito, apenas apontei a existência de dois pesos e duas medidas nos diversos assuntos q relacionei.

- Murilo Wya Almeida, legal isso, de não concordar mas respeitar. A recíproca é verdadeira. Quanto às pessoas, distingo os q são corruptos dos que são grosseiros ou pouco estudados. Quanto a discordar, não entendo p q a deputada pode chamar o deputado de estuprador e vc não falar na punição dela. Mas, estabelecida a divergência, elogio sua capacidade de discordar com argumentos e de forma educada, algo raro. E, claro, agradeço a admiração. Espero que o conjunto da minha obra sempre façam por merecer. Veja, por exemplo, o comentário da MAri, que ao falar de “uma pessoa sã” consegue te elogiar atacando a sanidade mental de quem pensa diferente. Um pena, isso. Ela deveria aprender com vc sobre a virtude do respeito ao pensamento diferente.

- Felipe Carvalho, faço a vc os mesmos elogios e agradecimentos que fiz ao Murilo.

- Dorivaldo Lourenço, o hábito da magistratura me faz analisar todos os fatores. Não concordo com vc. Para começar, vc fala de “suposta” honestidade, um item que ninguém questiona e isso, e aí analiso sua fala com minha experiência profissional, mostra q vc é que padece, em alto grau, do que critico no artigo. E, ao não perceber isso, me imputa o erro no qual é vc quem incide, pelos motivos que relaciona; simpatia ou antipatia.

- Rafael Reale, entao eu não sou detentor de moralidade porque estou recebendo algo previsto na lei da magistratura e que não era cumprido há tempos? Aliás, os servidores têm direito a revisões anuais e elas não ocorrem, isso vc desconsidera. Então, ser honesto, não vender sentenças, produzir acima da média, cumprir meus deveres... isso nada funciona porque eu recebo o conteúdo de lei garantido por decisão judicial do STF, é isso?

- André Pinheiro, citei fatos diversos onde o fenômeno apontado ocorre. Como professor, gosto de dar mais de um exemplo para facilitar a compreensão da ideia.

- Rogério Maestri, seu texto tem tantas atrocidades que não consigo sequer responde-lo. Teria que escrever um livro para ir desfazendo o monte de coisas sem sentido e equivocadas que vc escreveu, e se vc leu tão mal um artigo, não acho q o livro resolveria. Lamento q vc avalie tão mal um texto. Retirar de magistrados, concurseiros e mulheres a capacidade de pensar e ter ideias diferentes é uma lástima exponencial. Espero q não seja acadêmico de Direito ou, se for, q seja do começo do curso, para ter tempo de entender melhor isso de “não está nos autos não está no mundo”, e sobre teoria da prova. Caso queira pesquisar o tema, repare que ao haver vídeo com a discussão, vc já tem elementos de prova para discutir o tema todo. Eu tecnicamente sou um Macho Alfa, mas como cristão, professor, estudante de Direito e cidadão, entendo que o melhor macho alfa é aquele que se auto-controla, que serve, que protege os mais fracos e que faz o bem. Enfim, dá um trabalho enorme ser macho alfa. Macho alfa cristão tem mais deveres que direitos.

- Bruno Souza, a solução é sermos sensatos e, apesar dos custos de fazer isto, expor as ideias em favor da sensatez. Vamos metro quadrado por metro quadrado, amigo.

- Marco Martim e Manoel Leite, impeachment é possível, desde q seguindo as regras do jogo. Não falei q sou contra o impeachment, mas em tentar fazerem isso sem as formalidades devidas.

- FaBrício Ilha, eu não confio não, tanto q proponho mudar isso, vc pode ver no meu FB, na comunidade “Eu quero um Brasil Diferente”

- Flávio GAlib, vc não merece resposta.

- Crispiniano Carlos, gostei muito de sua discordância com argumentos e não com ofensas. Fato raro. Bem raro no mundo, menos raro aqui no JusBrasil. Legal. Discordamos, mas educadamente. Mas não entendi onde está a minha ingenuidade. O q vc falou está correto, mas onde está a relação do que falou com os casos concretos?

- Luciano Silva, a aposentadoria compulsória não é a única punição, já vi vários juízes perderem os cargos. Quando se pega um corrupto na magistratura, o mais urgente é tirar o pilantra da posição de poder. Os vencimentos de um juiz não são nada comparados ao que um juiz corrupto faz de dinheiro e de estrago. Então, tirar o sujeito de circulação imediatamente é uma ótima proteção para os cidadãos e a busca por decisões honestas. Custa barato tirar um pilantra da magistratura se compararmos custo x benefício. Claro que espero que o procedimento investigatório continue e o sujeito perca o cargo. Mas anoto outro lado do problema: a aposentadoria compulsória ajuda juízes como o Sergio Moro a terem mais tranquilidade para enfrentar poderosos políticos e empreiteiros bilionários. O q é tão mal falado é uma proteção mais para a sociedade do que para o magistrado em si. O dia em que eu não tiver um mínimo de garantias de enfrentar os poderosos eu sairei da magistratura. E acho que muitos juízes imparciais, honestos, não “graneiros” farão o mesmo. Quem reclama de quanto o juiz ganha ou tem de garantias desconhece o custo social de juízes incompetentes ou sem condições de enfrentar os poderosos.
Francisco Ari, a punição pelo texto prolixo é não ser lido.

Mais uma vez agradeço a todos os comentários. Em especial, aos que – concordando ou discordando – discutiram o tema e o fizeram de maneira educada. Em grau menor, aos que criticaram sem ler ou o fizeram de forma mal educada ou grosseira, o que, repiso, foi em número praticamente irrelevante. Vamos trabalhar para o país ser mais justo com todos, e a melhor forma de fazer isso é nós sermos, como dizia Gandhi, a mudança que queremos ver no mundo.

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